Sim! Eu posso ver TV, mas nem sempre posso escolher o canal, até posso escolher o horário que pretendo dormir, desde que não seja muito tarde.
Posso descansar, mas é impossível sair do trabalho, posso trabalhar sem sair de casa.
Posso ter companhia agradável, mas como não? Mal consigo me livrar dela.
Ganhei uma Limitada liberdade que me oferece escolhas atreladas a opções repetidas, alguns minutos de conversas aleatórias com as mesmas temáticas e o recorrente assunto “trabalho”. Coisas que não me permitem um tempo de mim comigo mesmo.
Sem minhas crises pessoais e telefonemas secretos, meus programas bizarros e manias estranhas, posso dizer que mal me reconheço entre tanta cerimônia e adaptação.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Quando eu via o Darkman passeando pela praça.
Não sei ao certo que sentimento me toma neste momento, muito do que aqui citarei vai soar como um aglomerado de piadas internas, mas e daí?
A verdade é que faz uns 5 meses que me abalo para este local e até essa semana a triste, mas muito engraçada rotina, não tinha a menor previsão de mudar.
Hoje vejo que o assunto cirurgias e tratamentos médicos não farão mais parte de meus adoráveis cafés da manhã. Não mais terei aquelas simpáticas mesinhas, com jeitinho de “feito pela mãe” e um número infindável de avós e avôs a minha volta.
Nada de X lúpus no quarto ou de “segure o portão para uma pobre transplantada”.
E lá se vão as teorias de conspirações sobre crianças, turistas, órgãos e senhoras transplantadas no hospital da frente.
Em que outro lugar eu poderia cruzar com uma replica em tamanho real do Darkman passeando pela praça ou até mesmo ouvir discussões simpáticas sobre marcas de cachorros e pets que são tratados como gente?
E o que me aguarda nesta história?
Sai a morbidez, amenizada pela simpatia de alguns personagens e a paisagem elitista do bairro e entra um centro decadente rodeado de um lado, por travestis, algumas “prostiputas” na esquina seguinte e um certo medinho de sair a noite, sem esquecer do cheiro de xixi tão característico do grandes centros do país.
A verdade é que faz uns 5 meses que me abalo para este local e até essa semana a triste, mas muito engraçada rotina, não tinha a menor previsão de mudar.
Hoje vejo que o assunto cirurgias e tratamentos médicos não farão mais parte de meus adoráveis cafés da manhã. Não mais terei aquelas simpáticas mesinhas, com jeitinho de “feito pela mãe” e um número infindável de avós e avôs a minha volta.
Nada de X lúpus no quarto ou de “segure o portão para uma pobre transplantada”.
E lá se vão as teorias de conspirações sobre crianças, turistas, órgãos e senhoras transplantadas no hospital da frente.
Em que outro lugar eu poderia cruzar com uma replica em tamanho real do Darkman passeando pela praça ou até mesmo ouvir discussões simpáticas sobre marcas de cachorros e pets que são tratados como gente?
E o que me aguarda nesta história?
Sai a morbidez, amenizada pela simpatia de alguns personagens e a paisagem elitista do bairro e entra um centro decadente rodeado de um lado, por travestis, algumas “prostiputas” na esquina seguinte e um certo medinho de sair a noite, sem esquecer do cheiro de xixi tão característico do grandes centros do país.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Por um mundo mais piegas!!!
Opa que li mais uma dessas crônicas do Arnaldo Jabor que as pessoas ficam entulhando na minha caixa de e-mail, odeio spam – Amigos não me mandem spam.
Voltando a crônica, que falava sobre como as mulheres estão ficando cada vez mais siliconadas e os homens cada vez mais acuados por peitos de silicone e cirurgias plásticas. Na defesa de que os homens se sentem cada vez mais mortais perante mulheres metidas a perfeição ele deixou escapar a falta que tem feito o modelo antigo de mulher e por um momento acabei por concordar com ele e vou um tanto alem.
Para que tanto conceito? Para que tanta modernidade? Para que tanto silicone e tanto metrossexualismo? Para que um mundo transgênico? Para que tanta androgenia?
Acabaram os filmes com finais borromanticos com finais lacrimogêneos e as juras de amor eterno. A mocinha fica com o amante e os triângulos amorosos são mais liberais, filmes de amor conseguem terminar sem um único beijo e a Disney não faz mais musicais melosos.
As garotas de novela das sete transpiram sensualidade, a novela das oito transborda em promiscuidade, minha irmã quer ser a Barbie, quando esta nem nunca foi um exemplo de moça direita.
Cadê o Vando, todas as músicas de amor rasgado e o rock pra cima com letras de amor livre e muita bebida?
Aonde foram parar todos os clichês antigos? Quando o mocinho salvava a mocinha ou então eles se perdiam na ilha deserta por muitos anos. E por que toda essa música atual com um mínimo de “calão” onde as bundas são bem mais significativas que as letras.
Fazer o que? Num mundo onde os clichês estão mudando, aquilo tudo que era piegas e romântico, esta perdendo seu valor.
Voltando a crônica, que falava sobre como as mulheres estão ficando cada vez mais siliconadas e os homens cada vez mais acuados por peitos de silicone e cirurgias plásticas. Na defesa de que os homens se sentem cada vez mais mortais perante mulheres metidas a perfeição ele deixou escapar a falta que tem feito o modelo antigo de mulher e por um momento acabei por concordar com ele e vou um tanto alem.
Para que tanto conceito? Para que tanta modernidade? Para que tanto silicone e tanto metrossexualismo? Para que um mundo transgênico? Para que tanta androgenia?
Acabaram os filmes com finais borromanticos com finais lacrimogêneos e as juras de amor eterno. A mocinha fica com o amante e os triângulos amorosos são mais liberais, filmes de amor conseguem terminar sem um único beijo e a Disney não faz mais musicais melosos.
As garotas de novela das sete transpiram sensualidade, a novela das oito transborda em promiscuidade, minha irmã quer ser a Barbie, quando esta nem nunca foi um exemplo de moça direita.
Cadê o Vando, todas as músicas de amor rasgado e o rock pra cima com letras de amor livre e muita bebida?
Aonde foram parar todos os clichês antigos? Quando o mocinho salvava a mocinha ou então eles se perdiam na ilha deserta por muitos anos. E por que toda essa música atual com um mínimo de “calão” onde as bundas são bem mais significativas que as letras.
Fazer o que? Num mundo onde os clichês estão mudando, aquilo tudo que era piegas e romântico, esta perdendo seu valor.
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